Gleisson Tagliari assume a presidência do CIPEM e reforça compromisso com o setor de base florestal

Publicado em: 15 de Abril de 2026
Fonte: SINDUSMAD | CIPEM

O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM) está sob nova liderança. Gleisson Omar Tagliari, ex-presidente do Sindusmad e membro efetivo da diretoria, assumiu interinamente a presidência da entidade após a saída de Ednei Blasius, que deixou o cargo para concorrer a uma vaga no Congresso Nacional. O novo presidente assume o desafio com responsabilidade e pretende dar continuidade aos projetos em andamento, além de fomentar políticas públicas e ambientais que beneficiem o setor, o meio ambiente e o estado.

Gleisson, que atua como diretor do Cipem há quatro gestões, destacou o peso da responsabilidade à frente da instituição. “Recebo essa missão com muita responsabilidade, pois o Cipem representa o setor florestal de Mato Grosso, abrangendo todo o estado, com oito sindicatos filiados, além da credibilidade que possui junto às estruturas governamentais. É um grande desafio dar continuidade a esse trabalho que vem sendo realizado”, afirmou.

Sobre a saída de Blasius, Gleisson explicou que a decisão foi apoiada pelo setor e visa fortalecer a representação federal. “O Ednei busca uma realização pessoal, mas também atende a um desejo antigo do setor, que é ter um representante no Congresso Nacional. Por isso, ele tem todo o nosso apoio”, enfatizou.

Tagliari afirmou que, apesar da mudança na gestão, dará continuidade aos projetos que já estão em andamento. “O Cipem tem desenvolvido um trabalho muito consistente, e vamos dar sequência às ações e projetos em curso. Neste ano, o foco estará em dois grandes eventos, o Dia na Floresta, que será realizado em Sinop nos dias 24 e 25 de junho e a Feira Carrefour International du Bois 2026, que ocorrerá em Nantes, na França, entre os dias 02 e 04 de junho”, garantiu.

O novo presidente também sinalizou a intenção de avançar em novas frentes, especialmente nas áreas de tecnologia e conhecimento. “Assumo também o desafio de buscar mais informações sobre o setor, incentivar o desenvolvimento de pesquisas e tecnologias. A instituição já realizou, anteriormente, ações voltadas à coleta de amostras de espécies arbóreas e à capacitação em identificação botânica. Atualmente, essas iniciativas estão sendo retomadas e ampliadas, com a previsão de uma capacitação na região de Nova Monte Verde, inclusive as inscrições estão abertas e será realizado em julho e a execução de projetos de formação em identificação florestal, incluindo atividades teóricas e práticas em campo e a visita ao herbário”, disse.

Para Tagliari, o principal legado que pretende construir à frente do Cipem é o fortalecimento dos laços institucionais. “Em uma instituição como o Cipem, precisamos fortalecer a representatividade, ampliar o diálogo e conduzir políticas públicas e ambientais que atendam aos interesses do setor, do estado e do meio ambiente. Acredito que o setor é muito unido e, a partir disso, podemos alcançar objetivos ainda maiores”, reforçou.

A mudança também marca um momento histórico para o Sindusmad. Gleisson Tagliari é o primeiro representante do sindicato a assumir a presidência do Cipem desde José Eduardo Pinto, há mais de 10 anos. “O Sindusmad é hoje o sindicato mais representativo dentro do Cipem e, possivelmente, um dos mais relevantes do Brasil. Isso representa mais uma responsabilidade para continuar conduzindo as políticas ambientais com seriedade”, avaliou.

O presidente do Sindusmad, Felipe Antoniolli, comemorou a indicação e reforçou a confiança no novo presidente. “Gleisson Tagliari reúne todas as condições, habilidades, conhecimento e capacidade técnica para assumir a presidência do Cipem e representar o setor de base florestal nos âmbitos estadual e federal”, declarou.

Felipe também destacou a continuidade do trabalho desenvolvido pela gestão anterior. “Ednei Blasius já vinha realizando um excelente trabalho na presidência do Cipem. Gleisson dará continuidade à valorização das bases sindicais e contará com o apoio dos oito sindicatos do estado. O Cipem e o setor de base florestal só têm a ganhar”, concluiu.